Resumo
objetivou-se em analisar a prevalência de síndrome hipertensiva especifica da gestação em mulheres indígenas. A pesquisa é do tipo transversal, quantitativo e retrospectivo, através de análise de documentos de prontuários de gestantes indígenas do ano de 2022 até julho de 2023. A análise dos dados ocorreu por meio de análise descritiva simples e colocados em tabelas. Todos preceitos éticos foram respeitados. Total 70 prontuários foram analisados. Sobre resultado encontrado a idade mínima foi 13 anos e máxima de 49 anos, e predominante foi a faixa etária entre 18 a 24 anos 42,86% (30), 74,29 % (52) já tiveram gestação pelo menos uma ou mais vezes, 88,57% (62) não apresentaram os fatores de risco, 94,29% (66) não possuem histórico de risco, 71,43% (50) de gestantes tiveram seu parto vaginal, ao todo 81,43% (57) tiveram apenas 5 consultas com os profissionais da saúde, aferições de pressão arterial foi evidenciado os padrões normais em gestantes estudadas, 88,57% (62) apresentaram pressão arterial sistólica entre 100 a 139 mmHg e 85,71% (60) das gestantes apresentou os valores de pressão arterial diastólica entre 60 a 89 mmHg. Conclui-se não houve prevalência significativa da SHEG, visto que valor do PA foram dentro da normalidade, mas há deficiência na atenção de pré-natal a mulheres indígenas